Dia 324 – Romanos – 4 a 6

Reflexão sobre a leitura de hoje

Romanos 4

Abraão é apresentado como exemplo de fé e justificação diante de Deus.

A salvação sempre esteve baseada na fé e na confiança nas promessas do Senhor.

Leitura Capitulo

Romanos 4:1-25

(1)  Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?

(2)  Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.

(3)  Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.

(4)  Ora, àquele que faz qualquer obra, não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.

(5)  Mas, àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.

(6)  Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo:

(7)  Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos.

(8)  Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.

(9)  Vem, pois, esta bem-aventurança sobre a circuncisão somente ou também sobre a incircuncisão? Porque dizemos que a fé foi imputada como justiça a Abraão.

(10)  Como lhe foi, pois, imputada? Estando na circuncisão ou na incircuncisão? Não na circuncisão, mas na incircuncisão.

(11)  E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem (estando eles também na incircuncisão, a fim de que também a justiça lhes seja imputada),

(12)  e fosse pai da circuncisão, daqueles que não somente são da circuncisão, mas que também andam nas pisadas daquela fé de Abraão, nosso pai, que tivera na incircuncisão.

(13)  Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

(14)  Pois, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada.

(15)  Porque a lei opera a ira; porque onde não há lei também não há transgressão.

(16)  Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé de Abraão, o qual é pai de todos nós

(17)  (como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí.), perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos e chama as coisas que não são como se já fossem.

(18)  O qual, em esperança, creu contra a esperança que seria feito pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência.

(19)  E não enfraqueceu na fé, nem atentou para o seu próprio corpo já amortecido (pois era já de quase cem anos), nem tampouco para o amortecimento do ventre de Sara.

(20)  E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus;

(21)  e estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer.

(22)  Pelo que isso lhe foi também imputado como justiça.

(23)  Ora, não só por causa dele está escrito que lhe fosse tomado em conta,

(24)  mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dos mortos ressuscitou a Jesus, nosso Senhor,

(25)  o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação.

Romanos 5

Paulo fala sobre paz com Deus, graça e esperança através de Jesus Cristo.

Mesmo em meio às dificuldades, Deus continua derramando Seu amor e fortalecendo aqueles que permanecem firmes na fé.

Leitura Capitulo

Romanos 5:1-21

(1)  Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo;

(2)  pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.

(3)  E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência;

(4)  e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança.

(5)  E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.

(6)  Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.

(7)  Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer.

(8)  Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

(9)  Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

(10)  Porque, se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.

(11)  E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.

(12)  Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.

(13)  Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado não havendo lei.

(14)  No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir.

(15)  Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.

(16)  E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou; porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação.

(17)  Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.

(18)  Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.

(19)  Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obediência de um, muitos serão feitos justos.

(20)  Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça;

(21)  para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.

Romanos 6

O apóstolo ensina sobre a nova vida em Cristo e sobre abandonar o domínio do pecado.

A graça de Deus não conduz à acomodação espiritual, mas a uma vida transformada e alinhada com Sua vontade.

Leitura Capitulo

Romanos 6:1-23

(1)  Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante?

(2)  De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

(3)  Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?

(4)  De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.

(5)  Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição;

(6)  sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado.

(7)  Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

(8)  Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos;

(9)  sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.

(10)  Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.

(11)  Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor.

(12)  Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;

(13)  nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.

(14)  Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.

(15)  Pois quê? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum!

(16)  Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?

(17)  Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues.

(18)  E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.

(19)  Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia e à maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.

(20)  Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça.

(21)  E que fruto tínheis, então, das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.

(22)  Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.

(23)  Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.

Dia 325 – Romanos – 7 a 9

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