Devocional 2
Quando o Pecado Fica Familiar
04 de dezembro 2025
O maior perigo espiritual não é quando o pecado aparece, é quando ele deixa de incomodar. A familiaridade com o erro é um anestésico da alma. Primeiro tolera. Depois normaliza. Finalmente, defende. O coração começa a considerar aceitável o que Deus já chamou de morte. O Espírito Santo fala, mas a consciência treinada na acomodação responde com silêncio. Quando o pecado deixa de causar desconforto, o espírito perde sensibilidade. Toda queda começa no exato momento em que o errado parece suportável. Deus não quer filhos acostumados ao que fere o céu. Ele quer filhos despertos, atentos e alinhados com a luz.
Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.
Mateus 26:41
Eu recuso a normalidade do pecado. Meu coração não será casa de acordos. Minha mente permanecerá desperta. Meu espírito permanecerá sensível.
Pai, eu Te adoro porque a Tua presença é luz que expõe o oculto e liberta o coração. Restaura minha sensibilidade, limpa meus olhos para perceber o perigo antes que ele se torne hábito e fortalece minha alma para não aceitar o que Te ofende. Que Tua voz seja sempre mais alta do que minhas vontades. Conduze meus passos para longe da acomodação e para perto da santidade. Em nome de Jesus, amém.